sexta-feira, abril 21




Porque acredito em parcerias em que a chave do sucesso está na paixão pelo que se faz, é com um enorme prazer que vos apresento a nova rubrica em parceria com a querida e talentosa Ana Rocha®! A Ana para quem ainda não conhece, é, como ela própria diz, arquitecta de formação e fazedora de sonhos de coração. É com um enorme gosto que apresento a rubrica Sonha com as Estrelas

...Vamos sonhar?! Uma fonte de Inspiração e conhecimento. Ninguém melhor que a pessoa que acredita que 'O sonho comanda a vida', para dar vida aos nossos sonhos! 
Com esta rubrica queremos ajudar quem goste deste mundo de decoração e design de interiores tanto quanto nós e que tenha vontade de iniciar um projeto ou até mesmo a re-decorar um espaço e que queira mais umas luzinhas para a guiar. Um verdadeiro guia de iniciação para que se sinta mais segura nas suas escolhas. Propomos algumas etapas a serem debatidas. E nesta primeira crônica, propus à Ana que nos falasse um pouco do básico sobre dicas de decoração e organização do quarto do bebé. Para além de poderem seguirem por aqui e na própria página e site da Ana, ela irá lançar em Maio um workshop sobre esta matéria. Quem estiver interessado em se envolver mais neste tema , acho uma excelente oportunidade.

Assim vos deixo as questões que lhe fiz nesta primeira fase e espero que gostem e se sintam tão inspiradas quanto eu
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Querida Ana, antes de mais quero agradecer esta oportunidade de nos presenteares com as tuas sábias sugestões e com o teu bom gosto inegável. Sinto muito orgulho em falar em parceria com alguém de quem já admirava o seu trabalho há algum tempo e agora ainda mais depois de conhecer a pessoa por detrás da marca. Uma mãe, arquiteta, designer e acima de tudo uma sonhadora incurável ! Adoro! 

🌿 Que essenciais consideras mais importantes quando falamos num quarto de bebé?
Quando falamos de um quarto de bebé, mais importante que o mobiliário ou peças de decoração, é conseguirmos ter um espaço organizado e funcional.
É normal que os papás não acertem à primeira, principalmente, quando se trata do quarto do seu primeiro bebé, mas o meu conselho é tentarem não adquirir peças / mobiliário em excesso que torne o quarto confuso e pouco funcional.
Os papás podem, por exemplo, tentar “demarcar” três zonas para organizar o quarto do seu bebé, zonas/áreas estas que alteram consoante a idade do bebé.
Dou um exemplo, para um bebé até aos  6-12 meses não faz sentido ter no quarto uma zona para brincar, assim podemos dividir em Dormir / Vestir – Banho / Relax – Amamentação – Mimo.

🌿 Como começar? Tenho um quarto em 'branco', o que devo pensar primeiro?
Primeiro e antes de qualquer outra coisa, acho importante pensarmos: Quanto é que vou gastar?
Isto vai-nos ajudar a definir de imediato que tipo de marcas podemos adquirir, tanto para as peças de decoração, como o mobiliário.
Aqui os pais podem optar por gastar mais e adquirir um mobiliário que se adapte aos primeiros anos do bebé. Ou então optarem por comprar peças mais económicas com o intuito de irem adaptando e mudando o quarto consoante a idade e os gostos do bebé.
Depois de um orçamento definido, devemos escolher um tema e/ou uma paleta de cores e definir as várias zonas/áreas que queremos no quarto, como por exemplo: Dormir / Vestir / Brincar.

🌿 E se não tiveres ideia de orçamento, como aconselhas a melhor forma de orientação?
Acho que a melhor forma de orientar os pais é perceber o que estes pretendem para o quarto e quais as suas possibilidades financeiras.
No entanto garantimos que existem muitas soluções criativas e de qualidade, basta é procurar e esse é o meu principal trabalho e objectivo.
Garantir que, independentemente, do valor orçamentado se consigam soluções funcionais, sustentáveis e criativas para os quartos das nossas crianças.

🌿 Que objetos consideras o 'ponto chave' na decoração do quarto? 
Todas as peças de decoração são válidas, no entanto devemos escolher peças que representem o bebé, a sua história, a sua personalidade, gostos, rotinas…
Só assim conseguirão um quarto cheio de significado e muito pessoal.

🌿 Normalmente centramo-nos muito na decoração, mas o mobiliário é algo bastante importante a ter em conta. Concordas? Que tipo de peças aconselhas para que possam servir não só numa primeira fase, mas também que possamos ir adaptando ao ritmo do crescimento do bebé?
A decoração é a parte criativa e o mobiliário a parte funcional de um quarto. Temos sempre mais tendência para gostar daquilo que é mais criativo e espontâneo, mas o mobiliário é, sem dúvida, o mais importante de um quarto. É ele que nos ajudará também a organizar e definir o espaço.
Quando criei a linha de mobiliário Love, pretendi criar peças que fossem funcionais, sustentáveis e que se adaptassem ao crescimento do bebé.
A cama de grades / berço “Love” é uma excelente opção para quem pretende uma cama evolutiva.
Numa fase inicial a cama é utilizada com as grades e com o trocador/fraldário encaixado nas laterais.
Como o bebé é muito pequenino o trocador poderá estar sempre apoiado no berço, facilitando assim a muda da fralda e economizando espaço.
Quando o bebé já for mais autónomo as grades podem ser retiradas (apenas uma ou ambas), fazendo com que esta possa ser utilizada até aos 3/4 anos.
As grades amovíveis também permitem colocar o berço junto à cama dos pais, nos primeiros meses, facilitando assim a interação da mãe com o bebé durante a noite.
A cama de grades está também equipada com um gavetão onde poderá guardar todos as peças necessárias aos primeiros meses do bebé, não precisando assim de móveis extra junto ao berço.

Quando o bebé crescer e ficar mais autónomo aconselhamos mobiliário que o permita viver essa autonomia de forma segura, e aí entra o método montessori, do qual sou adepta. Devemos criar espaços que fomentem a criatividade e a curiosidade da criança para que esta aprenda de forma autónoma e segura.

🌿 Sei que tens desenvolvido alguns projetos de espaços em torno do método Montessori. Fala-nos um pouco sobre isso e como achas que se pode adaptar a cada fase do bebé.
"A curiosidade é um impulso para aprender."
(Maria Montessori)

Basicamente queremos criar espaços que fomentem a curiosidade da criança.
Mais do que um método é uma ideologia de vida, que confere à criança mais autonomia, liberdade para aprender e descobrir o mundo.
Este método pode ser aplicado a todos os aspetos da vida do bebé, e eu decidi torna-lo no meu mote de inspiração para os quartos dos “meus” bebés.

Convido todos os pais a inscreverem-se no meu novo Workshop onde vou sobre no método Montessori que, tal como já referi, pode ser aplicada na educação da criança, na forma como brinca, na organização do quarto ou casa...  Vamos falar sobre como criar espaços funcionais, seguros e desafiantes, e iremos adaptar estas teorias à prática dos vossos espaços.

🌿 Deixa-nos as tuas melhores dicas de criação e decoração para iniciantes!!
Então, papás, antes de tudo coragem e “descompliquem”!!
1.      Definir orçamento – Muito importante!!
2.      Definir tema e/ou paleta de cores!
3.      Criar diferentes áreas, consoante a idade da criança.
4.      Perceber que tipo de mobiliário precisa e não comprar peças em exagero, para mantermos a funcionalidade e fluidez do quarto.
5.      Mimar o quarto com peças decorativas que representem o bebé, como as nossas ilustrações, molduras Baby Birth Story, Almofadas Wing…

Gostaram?! Querem mais?!  Para a próxima rubrica vamos querer saber as vossas dúvidas e sugestões de questões para fazer à Ana!! Se ficaram com vontade de saber mais falem connosco! Estamos aqui, juntas, para isso mesmo. Para vos ajudar a inspirar e acompanhar nesta viagem. 

Estejam atentos à pagina da Meia Lua no facebook pois iremos ter uma surpresa deliciosa para a seguidora mais inspiradora ;)

Beijinhos,

Mafalda e Ana
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Ana Rocha 
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terça-feira, abril 18

Terças a Duas • Vacinação




A partir de hoje, quando assim se justificar, a Mafalda da Meia Lua - Mom Life Lover e a Tânia da 3m´s irão juntar-se à terça-feira para tomar um chá e conversar sobre temas da atualidade que se inserem no mundo da parentalidade. 
Aqui fica a nossa primeira converseta na rubrica “Terças a Duas” ;) 

Devido ao surto de sarampo e às constantes notícias dos últimos dias, o tema “vacinação” saltou para a arena da opinião pública e tem gerado polémica. Por um lado, existe quem acredite que a vacinação deveria ser obrigatória uma vez que afeta a saúde pública; por outro lado, há quem defenda que as vacinas comprometem o sistema imunitário das crianças e contêm substâncias perigosas.
3m’s: Tens visto as notícias sobre o sarampo? Estou tão preocupada com isto. Sabes, acho que o que me preocupa verdadeiramente nem é a situação do sarampo em si mas sim as vozes que entretanto se levantaram contra a vacinação. Pensei que nos dias de hoje quase ninguém achava a não-vacinação razoável, contudo nestes últimos dias os relatos de pais que não vacinam os filhos são mais do que muitos.

Meia Lua – Mom Life Lover (ML): AcreditoTânia. Tenho sentido o mesmo ao me deparar com as notícias e mesmo na rua, nestes dias nos afazeres que tenho tidoouvir pessoas de várias faixas etárias a referir isso. Que a vacina é que provoca o aumento das doenças, que as vacinas não passam de um acordo com o Estado e com as empresas farmacêuticas para ganharem dinheiro com este “negócio”. E eu fico assustada... a pensar em “negócio”? Como a saúde pode ser um negócio? Estamos a falar de um plano nacional de vacinação. Falamos das nossas crianças! O que achas disto?

3m’s: Gosto de falar apoiada em factos e acho que a este nível as evidências são claras - desde que as crianças começaram a ser vacinadas que determinadas doenças quase foram erradicadas. Acham mesmo que foi coincidência?! Ontem li a entrevista do pediatra Mário Cordeiro e concordei com todas as suas palavras: ""Dizer mal das vacinas é um luxo de um país que já não tem, como há bem pouco tempo tinha, casos diários de meningite ou mortes por sarampo, como [aconteceu] em 1994. A memória é demasiado curta e a arrogância demasiado grande". Acho que quando as coisas deixam de ser um problema a humanidade, por se esquecer de como era difícil lidar com elas, começa a criar "teorias da conspiração" e tem necessidade de escavar e trazer os problemas ao de cima. Um dos argumentos que tenho lido contra a vacinação é o de que algumas crianças fazem fortes reações às vacinas e ficam com outras doenças, o que pensas disto?

MLExatamente! Eu também li a mesma entrevista e até me deu arrepios na espinha de tanto concordar com o que ele diz: “Não há liberdade individual que possa justificar a ausência de vacinação das crianças”. Poderemos mesmo falar em liberdade de escolha num tema que não vai afetar só a mim e ao meu filho mas sim a todos? Até onde vai essa liberdade sem implicar ou prejudicar o outro? E até onde poderá ir sem ser devidamente punida?Todos temos crenças e ideais, mas até que ponto as mesmas se podem sobrepor a factos que incorrem em problemas de saúde graves nos nossos filhos? Se podemos decidir sobre o que os nossos filhos podem ou não podem ou devem comer, que tipo de roupa vestir, que escola frequentar, se achamos que decidimos de que forma os queremos educar, que caminho seguir, não devemos querer, primeiro e acima de tudo, que sejam sempre saudáveis, fortes e que estejam protegidos? Estamos fartas de saber que não os conseguimos proteger de tudo e todos nesta vida. Para grande infelicidade nossa que sentimos um aperto no peito e um coração minguado quando há algo em que não podemos fazer absolutamente nada para reverter uma situação menos boa. Temos que nos sentir preparadas, informadas e conscientes da verdade que nos rodeia. Se formos pesquisar, os números de morte infantil associados à não-vacinação são assustadores! Quereremos mesmo isso? O pretexto do “todos tinham” poderá ser válido para não vacinar? Todos tinham e muitos morriam para quê arriscar?

3m’sÉ isso que sinto, tal e qual. Acredito que existem casos em que a vacinação criou reações alérgicas e daí surgiram outros problemas, no entanto acho que a probabilidade disso acontecer será sempre inferior à probabilidade das crianças morrerem com estas doenças. Para mim isto é o mesmo que me dizerem que alguém tinha um tumor maligno e morreu na operação em que esse tumor seria retirado; será isso argumento para deixarem de fazer essas operações?!

MLNinguém nega que poderá acontecer ou que já tenha acontecido. Mas se pesarmos na balança, o peso da doença do não-vacinado e as suas graves consequências são deveras alarmantes! Nós - mãe, pai, cuidadores - devemos observar caso a caso! Sabemos que os nossos filhos estão facilmente expostos a tantos microorganismos. Vamos com eles a parques, centros, escolas. Eles não têm poder de escolha, somos nós que decidimos por eles. Estaremos a ser justos ao não os proteger com o que pode e está ao nosso alcance? Eu escolho estar informada mas também deverei escolher agir de acordo com o que é - de bom senso - o mais correto. Falamos de vacinas que estão no plano nacional de vacinação. Gratuitas. Com resultados comprovados eficazes. Com a prevenção praticamente 100% garantida. Prefiro correr um risco de doença e até de morte? Será isso ser consciente? Se sabemos que os nossos filhos podem ficar protegidos de uma doença que pode ser efetivamente perigosa, porquê arriscar? Em prol de quê e de quem? E se deixarmos de uma vez por todas de parar de olhar para o nosso próprio umbigo e as nossas próprias ideias e conceitos de fábulas? O que está à nossa frente são factos. Demasiado reais. Demasiado assustadores. Até onde a minha liberdade de escolha vai impedir a do próximo? Vamos pensar mais no outro. Nas crianças. 

3m’sSinceramente, se existisse uma comunidade à parte, em que as crianças não-vacinadas convivessem só entre si, sem contacto com os restantes, aceitaria esta decisão dos pais, ainda que se coloque em causa a escolha da criança que ainda não tem voto na matéria, pois apenas mexeria com as suas escolhas. A partir do momento em que taxa de vacinação tem de ser superior a 95% para que o grupo não seja afetado pelo sarampo estamos a falar de escolhas individuais, sim, mas que afetam fortemente a saúde colectiva. Talvez o problema seja esse que levantas - as vacinas serem gratuitas. Sempre ouvi dizer que o que é gratuito é desvalorizado. O acesso à vacinação tornou-se tão fácil ao ponto de as pessoas a colocarem na prateleira dos assuntos "não tão importantes". Se cada vacina custasse 3000 euros e só fosse administrada na China, como seria um item "valioso” provavelmente seria encarada de outra forma. Gostava que as pessoas não se apoiassem no "diz que disse" e no "caso do amigo da namorada do meu primo" para tomarem decisões tão importantes. Casos atípicos irão sempre existir, mas não deverão ser esses a guiar a nossa opinião, sobretudo quando as nossas escolhas individuais afetam o grupo.

MLAcredito seriamente que sim. Quando algo nos é dado sem imposição, temos tendência a duvidar da sua veracidade. Mas quando se trata da saúde nos nossos filhos deveremos estar devidamente informadas e conscientes antes de fazermos uma escolha.

3m’sOntem estava a ler a lista de documentos que pedem para fazer a reinscrição na creche da Leti e entre eles vinha a cópia do boletim de vacinas. Nestes últimos dias percebi que, contrariamente ao que pensava, os pais não podem ser forçados a entregar este documento uma vez que a vacinação não é obrigatória. Nesta sequência, nenhuma escola pode impedir a inscrição de uma criança não-vacinada. Até que ponto isto é justo? As pessoas têm direito de não querer vacinar os filhos e eu não tenho direito a querer que a minha filha não conviva com crianças não-vacinadas? E os bebés do berçário que vão estar com estas crianças não-vacinadas e ainda não têm as vacinas? Já pensaste nisto? 

MLA sério, Tânia? Nem fazia ideia de tal! Como o meu filho não está numa creche, essa informação para mim é-me totalmente desconhecida! Como pode não ser obrigatório? Falamos de questões de saúde importantíssimas. Eu tenho o dever de informar e o direito de estar informada! Serei com certeza a mãe que questionará este tema na altura em que ele ingressar numa creche. Serei com certeza a mãe que fará valer a palavra da razão. Que mais importa que o IRS e quanto nos avaliam de mensalidade, se a questão da saúde e bem-estar da criança não está a ser posta em primeiro lugar? Não sou apologista da exclusão, muito pelo contrário. Mas façamos aquilo que gostaríamos que fizessem connosco. Eu jamais colocaria a saúde de outras crianças em risco em prol de uma decisão MINHA.


Para quem segue as nossas páginas, sabem que adotamos uma postura flexível em relação à maioria dos temas e acreditamos nas escolhas individuais. Não obstante, quando essas escolhas afetam os outros sentimos que devem ser devidamente ponderadas. Como sempre ouvimos dizer: “com a saúde não se brinca”.




sábado, abril 1

Um ano e meio de ti

Um ano e meio. Celebramos a ti e a nós. A este amor que nasceu. Este que desconhecíamos e que já não sabemos viver sem. Um ano e meio de conquistas e de tanta Felicidade. Os tropeços que fomos dando valeram-nos choros de medo e algumas lamúrias pelo meio. Faz parte sabes? Um dia vais saber que sim. Ninguém é imune a noites de pirilampo, em que são mais as vezes que estamos de pé do que deitados. Em que o nosso abraço é o único que te alenta, e que às vezes nem isso, somente o cansaço lá vai vencendo a força de não dormir. Nem a medos que nos superam. Não só aqueles que imaginamos, mas aqueles reais. Reais de mais. Que nos tocam e que nos ousam a perseguir. Mas a eles não lhes dou eu protagonismo. 

Um ano e meio em que aprendemos tanto. Mais que a vida toda até aqui. Tanto que damos por nós a sentir que já somos pais de dois de ti. Talvez pela vontade de o sermos. Um dia. Neste ano e meio fui a mãe que nunca pensei ser. Chorei quando achei que devia rir. Julguei-me quando não o devia fazer. Senti-me a menos do que na verdade era, fui e sou. E quem me ajudou a escrever isto no passado? Bem lá no pretérito mais que perfeito? Sim, o teu pai. Pai há um ano e meio. Feliz, seguro e completo.

Neste ano e meio foram mais as vezes que rimos que choramos. Rimos até nos momentos mais difíceis. Seja de que riso for, será sempre um riso de amor. Até o riso que não quer ser riso nas horas e momentos que não o devemos soltar. É inevitável quando esse riso se liga a ti. És a alma que desconhecíamos e aquela que conecta, a que nos liga. Sentir com o teu coração. Todas as tuas emoções, são nossas a dobrar. És pessoa neste imenso mundo há ano e meio e ele tornou-se infinito desde que chegaste. 

Nós demos-te a vida, aquela que agora é a nossa. Nas tuas mãos. Somos 3, há ano e meio e a cada dia é mais real. Mais certeza de que desde então somos tão mais felizes e preenchidos.